Somos alunas do curso de Mediadores de leitura na bibliodiversidade - UFRGS. Pertencemos ao Pólo Educacional Superior de Restinga Sêca. O nosso grupo é formado por: Aparecida Eliane, Beatriz, Diane, Márcia Juliana e Maria Nelcinda.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Encontro Presencial - 18 e 19/01/2011
Apresentação do blog e do Trabalho Final
Nosso grupo com as profes (Que pena! Faltou a Diane...)
Nelcinda e Lucas entregam uma lembrança às nossas profes:
Kátia e Marilene
Foto Coletiva (Faltou a Nete, nossa Tutora querida...)
Curso nota 10!
O encontro, uma grande troca de experiências... ;)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Atividade: poema
Para fazer jus ao nome do nosso blog, escolhemos, e claro que não poderia ser outra, uma obra do nosso ilustre cidadão restinguense: Iberê Camargo.
Mulher de bicicleta
1989
39,5 x 56,5 cm
Óleo sobre tela
Coleção Maria Coussirat Camargo | Fundação Iberê Camargo | Porto Alegre
Disponível em: http://www.iberecamargo.org.br/
1989
39,5 x 56,5 cm
Óleo sobre tela
Coleção Maria Coussirat Camargo | Fundação Iberê Camargo | Porto Alegre
Disponível em: http://www.iberecamargo.org.br/
Corrida da vida
Minha humilde bicicleta é potente
E não polui o ambiente
Entretanto, quando há subida, carrego-a nas costas
Oh, vida de direções opostas!
O branco e o preto expressam tal oposição
Pensas, amigo, que é mar de rosas? É não...
Minha bike é minha “Ferrari”...
Pena que muitas vezes falhe...
Mas assim é a vida, cheia de altos e baixos
Tanto o é que muitas vezes ficamos com cara de tacho
Mas que nada... assim caminha a humanidade
Em busca da constante dignidade.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Atividade: Reescrita do conto "A cartomante"
A INTERTEXTUALIDADE ENTRE OS CONTOS
No dia 05 de janeiro de 2010 ocorreu um grande acidente com a ponte sobre o Rio Jacuí, que divide o município de Restinga Sêca de Agudo. Neste acidente morreram cinco pessoas, foi uma tragédia, entre elas, um casal de noivos. Após alguns meses, a ponte começou a ser construída a todo vapor. Segundo algumas pessoas que trabalhavam na construção da ponte, de vez em quando enxergavam uma mulher vestida de branco que passou a atormentar os trabalhadores.
Com base neste fato, faremos uma reescrita do conto “A cartomante”. Daremos o título ‘A noiva’ que inicia no momento em que Pedro, restinguense, ex-morador da Vila são Luiz, recebe um e-mail de Madalena, marcando um encontro com ele em sua casa no dia seguinte.
A noiva
Madalena e Pedro se conheceram quando eram colegas de escola, namoraram, fizeram planos, só que o destino separou os adolescentes. Seus pais eram militares e de ‘tempos em tempos’ precisavam ser remanejados. E os pais de Madalena foram morar em São Paulo por 15 anos. Esta distância fez com que os namorados buscassem novos sonhos e novos amores. Madalena conheceu Tadeu, artista de circo, casaram-se e viajavam de cidade em cidade, apresentando espetáculos
No entanto, Madalena nunca se conformou com a separação do seu primeiro grande amor. Numa dessas viagens com o circo, o casal se instala em Santa Maria, cidade coração do Rio Grande do Sul, por uma longa temporada. Enquanto isso, Pedro fez faculdade na UFSM, formou-se em Artes cênicas, fez concurso para professor estadual em Santa Maria.
Um belo dia resolve levar sua turma para apreciar um espetáculo no circo, com o intuito de levar os alunos a vivenciarem a arte. Para sua surpresa reconhece Madalena e no intervalo da peça, instigado por sua curiosidade, procura-a para uma conversa, onde relembrara seus tempos de namoro e suas promessas apaixonadas. Pedro se declara para Madalena, dizendo que nunca a esqueceu e que muito a procurou, em todos esses anos que passaram, e assim prosseguiram a conversa por muitas horas...
Madalena que não tinha instinto para apresentar peça, seus dotes artísticos eram ‘outros’ que não alegram o público, mas somente a si mesmo, apenas atuava como coadjuvante em alguns números. No entanto, desde que reencontrou Pedro, tornou-se desatenta nas atividades artísticas. Com isso, passou a ser alvo de observação por parte do seu marido Tadeu, que era muito ciumento.
Os dias se passaram e a assiduidade de Pedro nas apresentações do circo tornou-se constantes, despertando a curiosidade nos circenses, entre eles, o marido de Madalena que inicia uma investigação sobre a vida do fã número um. Madalena mostrava-se cada vez mais perturbada e desatenta ao trabalho, ora esquecia ou antecipava sua participação nas peças. Como o circo já estava há tempo na cidade, os espetáculos não tinham o mesmo sucesso do início. Então decidiram que a temporada na cidade estava chegando ao fim, a criatividade dos artistas diminuiu e com isso o público escasseava, só Pedro continuava fiel aos espetáculos.
Com isso, Madalena obrigou-se a tomar uma atitude que mudaria a sua vida, ou seja, em seu pensamento, permaneceria na cidade coração do Rio Grande. Então, resolveu enviar um e-mail convidando Pedro para ir a sua casa, tencionando comunicar que decidira ficar com ele, pois não deixaria o destino separá-los novamente.
À tarde, antes de preparar suas aulas, Pedro dá uma olhadinha nos e-mails. Para sua supressa outro e-mail de Madalena, dizendo “Não se esqueça de vir a minha casa, não esqueça...”. Ele resolveu antecipar a visita que seria à tardinha, depois de elaborar seus planos de aula. Lê mais uma vez o endereço, pega sua moto Yamaha e segue até o local indicado. No caminho, enfrenta um congestionamento na Avenida Presidente Vargas, causado por um acidente, mas vai ultrapassando os carros, até mesmo desrespeitando as leis do trânsito, pois a curiosidade é maior do que a demora no trânsito.
Pedro chega ao local, um bairro tranquilo, pouca movimentação, toca a campainha de uma casa verde. Ele é recebido por um homem alto, moreno, de cabelo e barba grande. Ele ignora que o “tal” seja o próprio marido Tadeu, pois a alegria do reencontro com sua amada era maior que os pormenores da vida pessoal dela, despreocupando-se com detalhes particulares.
O homem convida Pedro para acompanhá-lo até o jardim no fundo da casa. Quando Pedro chega ao jardim, seu olhar recai sobre o corpo “inerte” de Madalena que se misturava ao colorido e ao perfume das flores. O espanto do momento prende sua voz que é solta com uma pancada no coração, um estrondo na alma e uma nuvem negra no pensamento.
O mundo dá muitas voltas e o destino une o que os homens desunem. Enquanto os demais artistas baixavam a lona para seguir adiante, Tadeu decide conhecer a nova ponte sobre o rio Jacuí, muito noticiada em todo o Brasil e no momento tinha sido inaugurada. Ele seguiu a viagem de 70 km até a ponte, antes que o sol surgisse no horizonte, iluminando as águas sob a enorme construção.
Tadeu vivia fazendo seus malabarismos nos ares, acompanhado pelos pensamentos também nos “ares” chega à ponte e é recebido por uma moça que está suspensa no ar. Ele pensa que está representando no palco, ao qual já era costume, acompanhado por Madalena que vestia um vestido branco e uma coroa de flores a cabeça tão colorida quanto as flores do jardim da casa que tinham alugado.
A noiva diz para Tadeu: - tu que vives alegrando o público, venha alegrar-me também. Tadeu não pensou duas vezes, como estava em cima da ponte, a distância diminuía até a noiva, impulsionou o corpo para ir ao encontro de sua Madalena. Contudo, não tocou a mão de sua amada, só o vazio do infinito nas alturas, como tinha sido até ali, sem chão embaixo dos pés para sustentar o peso do corpo.
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Som e Imagem
Fonte: www.google.com.br
Fonte: www.musica.mus.br
"Depois do silêncio, o que mais se aproxima de expressar o inexprimível é a música". Aldous Huxley
Essa imagem representa o silêncio, a tranquilidade, a paz, o amor, a harmonia...
Cada indivíduo tem uma percerpção distinta da mesma imagem, depende do estado de espírito em que a pessoa encontra-se naquele momento de apreciação.
Para complementar o nosso pensamento escolhemos a música Monte Castelo, de Renato Russo:
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem.
Todos dormem. Todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
Para complementar o nosso pensamento escolhemos a música Monte Castelo, de Renato Russo:
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal,
Não sente inveja ou se envaidece.
O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria.
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É um não contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder.
É um estar-se preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É um ter com quem nos mata a lealdade.
Tão contrário a si é o mesmo amor.
Estou acordado e todos dormem.
Todos dormem. Todos dormem.
Agora vejo em parte,
Mas então veremos face a face.
É só o amor! É só o amor
Que conhece o que é verdade.
Ainda que eu falasse
A língua dos homens
E falasse a língua dos anjos,
Sem amor eu nada seria.
Fonte: www.musica.mus.br
domingo, 5 de dezembro de 2010
Boas Festas
Que neste tempo de paz você possa receber de cada pessoa o amor que elas te oferecem.
Boas festas, com muito ânimo e muita alegria e que se torne realidade os sonhos que você deseja alcançar!
Um abração do grupo
sábado, 4 de dezembro de 2010
Trabalhando com as palavras
Com a leitura do texto "Brincando com as palavras", observamos que a poesia, assim como brincar, contribui para o desenvolvimento cognitivo, pois conforme Piaget, a inteligência constrói-se progressivamente ao longo do tempo, por estágios ou etapas constantes e sequenciais. Rimas, músicas, trocadilhos chamam a atenção das crianças e desenvolvem o raciocínio.
Nós, educadores, devemos estimular os alunos à leitura desse gênero e a construção de suas próprias poesias. Para a aprendizagem se tornar mais prazerosa, o lúdico surge como uma alternativa de instigar a permanência do aluno na sala de aula. Podemos trabalhar com poesias para reforçar os conteúdos que muitas vezes são monótonos e cansativos. Além da poesia, as músicas também despertam no aluno a criatividade, habilidades e o censo crítico.
A poesia é a primeira manifestação de expressão literária. O entendimento não é o essencial, pois a poesia é para ser sentida, muito mais do que compreendida. A poesia é fruto da sensibilidade do leitor. O professor deve propiciar ao aluno a vivência da poesia pelos movimentos rítmicos, pela dramatização, pelas mensagens apresentadas e sentidas em sua riqueza de conteúdo e de linguagem. Por isso, é imprescindível expor o leitor criança a um material poético diversificado, instigando o aluno para o emotivo, pois ao longo de nossa formação profissional, aprendemos que, na maioria das vezes, a aprendizagem se dá pela emoção e não pela razão.
Então, o gênero poesia é indicado não somente para o entretenimento, mas também para falar da linguagem e instigar a imaginação, servindo de apoio para trabalharmos outros conteúdos. Visto que os alunos, principalmente nos anos iniciais, não têm consciência da necessidade de estudar, quanto mais da obrigatoriedade. Outros gêneros literários também têm essa magia, facilitando a memorização do conteúdo pelo aluno.
A poesia é a primeira manifestação de expressão literária. O entendimento não é o essencial, pois a poesia é para ser sentida, muito mais do que compreendida. A poesia é fruto da sensibilidade do leitor. O professor deve propiciar ao aluno a vivência da poesia pelos movimentos rítmicos, pela dramatização, pelas mensagens apresentadas e sentidas em sua riqueza de conteúdo e de linguagem. Por isso, é imprescindível expor o leitor criança a um material poético diversificado, instigando o aluno para o emotivo, pois ao longo de nossa formação profissional, aprendemos que, na maioria das vezes, a aprendizagem se dá pela emoção e não pela razão.
Então, o gênero poesia é indicado não somente para o entretenimento, mas também para falar da linguagem e instigar a imaginação, servindo de apoio para trabalharmos outros conteúdos. Visto que os alunos, principalmente nos anos iniciais, não têm consciência da necessidade de estudar, quanto mais da obrigatoriedade. Outros gêneros literários também têm essa magia, facilitando a memorização do conteúdo pelo aluno.
Citamos alguns exemplos:
Música: Tocando em Frente
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Hoje me sinto mais forte,
Mais feliz, quem sabe
Eu só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei.
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso à chuva para florir
Penso que cumprir a vida
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Como um velho boiadeiro
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou.
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo ama um dia,
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora.
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser
Carrega
De ser feliz
Conhecer as manhas
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
É preciso amor
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Ando devagar
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada um de nós compõe a sua historia
Cada ser
Carrega
De ser feliz
Literatura Infanto-juvenil
TÔ FRACO, TÔ FORTE
A galinha de angola ou galinha fala:
_ Tô fraco, tô fraco.
O carro de boi é de madeira.
Ele tem duas rodas.
A roda roda e canta:
_ Tô forte, tô forte.
A galinha é fraca.
O boi é forte.
Ela chora: _ Tô fraco.
Ele chora: _ Tô forte.
Tô fraco, tô forte.
Tô forte, to fraco.
É uma boa cantoria.
A galinha pede:
_ Ô, carro de boi, canta bem forte!
O carro de boi cantarola:
_ Ô, galinha, vê se não amola.
_ Tô fraca, tô fraca.
Você parece boba!
Bobo é o boi, o avô do boi,
a avó da vaca, toda a boiada!
O boi fala:
_ Eu não falei nada, galinhola danada.
O carro de boi dá risada.
A galinha de Angola dá mais risada.
O boi convida:
_ Sobe no carro.
A galinhola pula no carro.
O carro de boi vai pelo caminho.
Eles ficam amigos e cantam:
_ Tô fraco, tô forte,
tô forte, tô fraco!
Tô fraco, tô fraco.
Tô forte, tô forte!
Lúcia Pimentel Góes
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Mais poesia...
Essa foi doada pela Carine, nossa querida profe de Espanhol (Escola Francisco Giuliani), que estava presente durante a conversa a respeito de poesias. Um belo presente!
Algumas poesias dos alunos da 8ª série - turma 81 - Escola Municipal Francisco Giuliani
Estive olhando alguns dos trabalhos que a profª. Bia desenvolveu em sala de aula com seus alunos. Encontrei algumas poesias interessantes produzidas pela turma 81 (8ª série). Pedi licença a nossa colega para postar algumas:
(Márcia Juliana)
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
Bah, tchê! Esse gauchês...
Conheci um São Paulino
E logo quis namorar
Mas nos estranhamos
No jeito de conversar
Nossa linguagem é diferente
Bem distante da de lá
Dentro da língua portuguesa
Muita diferença há
Quando foi me visitar
Meu pai foi “carnear”
E ele apavorado
Queria me abandonar
Ficou desesperado
E começou a correr
Eu que não sabia
Que o correto é “abater”
Entre essas e outras mais
Muitas histórias para contar
Dizem que o gaúcho é grosso
Mas é a linguagem do seu lugar
Fiz o guri entender
Que o importante é namorar
Como diz a gurizada
O interessante é “ficar”
Ele aprendeu comigo
Com ele eu aprendi
Muitas coisas se parecem
Com as de fato por aqui
Só depois de muito tempo
Resolvemos nos casar
E para o churrasco gordo
Tinha um boi para “carnear”!
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